Criamos esta ferramenta de comunicação dos eletricitários gaúchos como forma de organizar a Oposição Eletricitária, movimento formado por trabalhadores e trabalhadoras inconformados com os caminhos trilhados pelo nosso sindicato.
sábado, 7 de julho de 2012
Nota da Oposição Eletricitária sobre a redução da Jornada de Trabalho para os Eletricitários da CEEE
No final da tarde desta última sexta-feira (06/07), o Diretor Administrativo da CEEE, Halikan Dias, divulgou via Comunicação Social, uma nota liberando os trabalhadores da CEEE que desempenham funções dispensáveis, do cumprimento das 44 horas semanais de trabalho. Na nota o diretor também afirma que a diretoria da CEEE está trabalhando para, muito em breve, reduzir a jornada de trabalho dos trabalhadores da CEEE para 40 horas semanais, o que representaria uma grande conquista para a categoria.
Reconhecemos o grande avanço que esta notícia representa, e acreditamos que a união da categoria eletricitária foi essencial para esta decisão, no entanto, como sabemos que nenhuma conquista vêm de graça, manifestamos nossa disposição em continuar lutando pela redução da jornada de trabalho já no próximo acordo coletivo, temos que pressionar a diretoria da CEEE e o Sindicato para que avancemos nessa conquista histórica da categoria, e não aceitaremos nenuhuma proposta que represente retorcessos aos trabalhadores, como costumeiramente faz o SENERGISUL, estamos ao lado dos trabalhadores lutando por avanços reais para a categoria,
grande abraço e bom descanso à todos/as
Oposição Eletricitária
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Atenção!! Amanhã diretoria da CEEE reune para discutir alteração na jornada de trabalho
Pessoal,
amanhã haverá uma reunião da diretoria da CEEE para discutir a questão das 44 horas. O SENERGISUL ameaçou acionar o MP e há uma revolta muito grande por parte dos funcionários, pois muitos já estão tendo que cumprir uma jornada maior de trabalho durante a semana para não precisarem ir trabalhar sábado. Fiquemos atentos para qualquer deliberação, é importante que os eletricitários se mantenham unidos para conseguirmos pressionar a direção da CEEE a mudar de posição.
De qualquer forma, a Oposição Eletricitária seguirá com toda disposição de lutar contra qualquer retrocesso nos nossos direitos, em breve colocaremos na rua a nossa campanha pela 40 horas Já, mobilizando o maior número de trabalhadores possível para que aprovemos já no próximo acordo coletivo a redução da jornada de trabalho para todos/as os trabalhadores do grupo CEEE,
abraços
amanhã haverá uma reunião da diretoria da CEEE para discutir a questão das 44 horas. O SENERGISUL ameaçou acionar o MP e há uma revolta muito grande por parte dos funcionários, pois muitos já estão tendo que cumprir uma jornada maior de trabalho durante a semana para não precisarem ir trabalhar sábado. Fiquemos atentos para qualquer deliberação, é importante que os eletricitários se mantenham unidos para conseguirmos pressionar a direção da CEEE a mudar de posição.
De qualquer forma, a Oposição Eletricitária seguirá com toda disposição de lutar contra qualquer retrocesso nos nossos direitos, em breve colocaremos na rua a nossa campanha pela 40 horas Já, mobilizando o maior número de trabalhadores possível para que aprovemos já no próximo acordo coletivo a redução da jornada de trabalho para todos/as os trabalhadores do grupo CEEE,
abraços
domingo, 1 de julho de 2012
Nota da Oposição Eletricitária sobre o aumento da jornada de trabalho no Grupo CEEE
Não é a primeira vez que as diferentes administrações da CEEE se empenham em atacar os direitos dos trabalhadores, foi assim quando os colegas do teleatendimento tiveram suas folgas reduzidas pelo acordo coletivo de 2010, o que causou um aumento da sobrecarga de trabalho destes colegas, com escalas de trabalho que chegam a 12 dias seguidos sem descanso. Na ocasião, nosso sindicato, o SENERGISUL, lavou suas mãos e se empenhou em aprovar o fatídico acordo, mesmo contrariando a vontade de uma grande parte dos eletricitários que se mobilizaram para a assembléia e foram patrolados pelos sindicato.
Mais uma vez estamos vendo a mesma novela, a
diretoria da CEEE apresenta uma proposta que claramente retira direitos dos
trabalhadores e nosso sindicato fica de braços cruzados, negociando a portas
fechadas com a diretoria, sem dar nenhum retorno à categoria.
Criticamos essa postura do SENERGISUL, pois este
deveria ser o momento de mobilizarmos nossa categoria e realizarmos um amplo
debate acerca da necessidade deste aumento de jornada de trabalho. Defendemos
um sindicato transparente e presente na base, não um sindicato que passa meses
sem dar nenhuma notícia aos seus representados e que se limita a negociações de
gabinete, pois esta forma de sindicalismo já mostrou que só leva à derrota dos
trabalhadores e ao rebaixamento das nossas lutas.
A jornada de trabalho de 40 horas, embora nunca
tenha sido regulamentada em acordo coletivo, vinha sendo praticada há muitos
anos pelos trabalhadores da CEEE, configurando-se numa conquista da nossa
categoria. A tentativa de fazer-nos cumprir às 4 horas a mais que estão
previstas legalmente, além de desnecessária, representa um enorme retrocesso.
Acreditamos que não há necessidade deste aumento de
jornada de trabalho, uma vez que a própria CEEE poderia aumentar a sua
produtividade através de medidas administrativas adequadas aos diferentes
setores e funções dentro da empresa. Este problema também poderia ser resolvido
se tivessemos uma maior democratização nas relações de trabalho e uma maior
participação e envolvimento dos trabalhadores nas decisões da empresa, evitando
a tomada de medidas arbitrárias que só distanciam ainda mais a administração da
empresa de seus funcionários.
A Oposição Eletricitária repudia qualquer tentativa
de elevação da jornada de trabalho e de retirada de direitos históricamente
conquistados pela nossa categoria. Também caracterizamos como insuficientes às
ações do SENERGISUL diante deste problema. Ratificamos a nossa disposição em
lutar contra esta medida e convocamos a todos/as os eletricitários gaúchos para
uma campanha de redução da jornada de trabalho sem redução nos salários.
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